segunda-feira, 19 de abril de 2010

Melhor vídeo de todos os tempos (de hoje)

Créditos ao blog Não Salvo, que num post recente divulgou o vídeo abaixo. Na realidade esse vídeo é a parte 2, mas é o melhor dos dois na minha opinião.

terça-feira, 13 de abril de 2010

Um ou dois livros de Agatha Christie

Nessas últimas férias de verão os inícios de tardes e os dias chuvosos me deram oportunidade para ler O Místério do Trem Azul e Os Quatro Grandes, ambos da famosa escritora inglesa. Os dois vieram, junto com mais três livros que ainda não li, numa mini-coletânia lançada pela L&PM Pocket que ganhei de Natal.

Na primeira frase da breve biografia que precede o primeiro capítulo de cada livro já se pode ter uma ideia da magnitude da popularidade e da qualidade das obras dela quando se lê: "Agatha Christie é a autora mais publicada de todos os tempos, superada apenas por Shakespeare e pela Bíblia."


O primeiro contato que tive com o nome Agatha Christie foi ainda no colégio. Um colega e grande amigo meu começou a ler os livros dela e me recomendou. Ele gostava tanto que quando tivemos que fazer um curta-metragem baseado em uma obra literária para o Festicine, obviamente foi um livro dela que ele escolheu. E todos os outros integrantes do nosso grupo tiveram que aceitar!

Apesar das dicas desse meu colega, nunca parei e peguei um livro dela para ler. Era uma dessas coisas que as pessoas sempre dizem que vão fazer mas tempos depois se esquecem e não fazem.

De qualquer maneira, no Natal de 2009 ganhei a tal coletânea e, bem, já não existiam mais desculpas para não ler. Os livros na minha estante, as aulas tinham acabado...

Falemos dos livros, então. É meio difícil fazer uma resenha completa, pois como já fazem uns três meses que li, as coisas não estão mais frescas na cabeça. Por isso, vou explicar resumidamente a trama de cada um deles e expor algumas impressões que eles me passaram ao término deles.

Em O Mistério do Trem Azul a trama gira em torno do assassinato de uma tal Ruth Sei-Lá-O-Quê (não me lembro) abordo do Trem Azul (sério?), bem como o desaparecimento de uma caríssima jóia feita de rubis que ela havia ganho do milionário pai e levava com ela durante a viagem. O detetive Hercule Poirot, pelo que me lembro do livro, já aposentado, viajava no mesmo trem e decide ajudar as autoridades na investigação do horrível crime.

E em Os Quatro Grandes o Capitão Hastings, antigo e fiel amigo de Poirot, resolve visitá-lo e juntos eles investigam e tentam impedir a suposta organização chamada Os Quatro Grandes, formada por 4 importantes personalidades a nível mundial, cujo objetivo seria a (master cliclê) dominação mundial.

Os dois livros têm narrativas bem diferentes, sendo o primeiro contado por um "narrador comum" (não sei como se chama esse tipo de narrativa em Literatura) e o segundo é contado sob o ponto de vista do próprio Capitão Hastings (ou seja, o narrador é participante da história).

Os "climas" de cada livro são bem distintos também. O primeiro (OMdTA) fica naquele estilão clássico de histórias de detetive, com todo aquele negócio de "Nossa, quem será o assassino?" e a todo momento surgindo pistas novas, ora favorecendo tais personagens, ora os condenando, mas de algum modo tu sabe que, seja quem for, é um dos personagens principais da trama, por mais absurdo que possa parecer. Já o segundo fica num estilo meio "conspiração misteriosa": os mal-feitores, apesar de terem influência sobre os acontecimentos, não "participam" efetivamente da história até terem suas identidades reveladas. Entendem o que eu digo? É um negócio do tipo: "Sabe aquele cara que nós vimos em tal lugar naquele dia? Era um disfarce. Eu sei que ele era um dos Quatro Grandes, sei que estava tentando fazer alguma coisa conosco, mas não sei quem ele é." Eles não são personagens conhecidos, tipo o marido da mulher assassinada, o secretário do pai da mulher, a moça que estava viajando no mesmo trem em que ocorreu o crime, etc. São alguém que tu não sabe quem.

Devo dizer que o "clima" de Os Quatro Grandes foi o que eu mais gostei. Mas na verdade, não gostei tanto assim de nenhum dos dois livros. Ok, os dois foram boas formas de entretenimento e realmente me deixaram com bastante vontade de ler o próximo capítulo toda vez que eu parava, mas não achei que tenham sido nada de tão fantástico, como eu esperava que seriam.

O Mistério do Trem Azul não foi tão original. Há um assassinato e um roubo de jóias. Há dinheiro em jogo. Há um cara de quem todo mundo desconfia. Há diálogos intrigantes. Há depoimentos. Há a polícia inútil. Há o detetive fodástico. E no final o assassino é, surpreendentemente, alguém que ninguém sequer havia desconfiado, pois não havia nenhum indício até a revelação final do detetive foda. Tudo o que uma boa história de detetive deve ter. Mas nada novo.

Em Os Quatro Grandes a coisa já se torna um pouco mais empolgante. Há um mistério muito maior, pois os criminosos podem ser qualquer um no mundo inteiro, pode acontecer qualquer coisa. Há muito menos limitação, mais impresivibilidade quanto ao desenvolvimento da trama. E, claro, há muito mais ação. Mas o que fode o livro então? Bom, há quatro caras mega-fodões, e eles querem dominar o mundo! Porra, criativo hein? No final não me lembro se fica claro se o objetivo é esse mesmo, afinal o fim é meio, hum, explosivo... mas não importa. Eu sei que estamos falando de um livro que tem, sei lá, 70, 80 anos (e na época poderia ser algo novo), mas dava pra bolar um esquema melhor, né?

Ainda faltam 3 livros para terminar a coletânea, e meu pai ainda comprou mais 3 de uma promoção do Correio do Povo, se não me engano. Então vamos ver se esses 6 outros livros tiram um pouco das impressões ruins passadas pelos dois primeiros livros de Agatha Christie que li. Só tenho que esperar até as férias chegarem de novo, né, porque tá difícil. Té mais.

Boa notícia que pode não ser tão boa assim

Domingo eu estava bem mal: muita febre e dor de garganta. Ontem eu faltei às aulas e fui ao médico, que me deu o diagnóstico de faringite. E hoje eu tinha aula às 7 e meia da manhã, mas... Matei aula de novo. E o que isso importa?

Importa que, como eu fiquei em casa agora de manhã, liguei o PC, entrei na internet agora há pouco e tive uma ótima surpresa. Sabe essas manchetes virtuais de sites (normalmente acompanhadas de uma imagem ao fundo), que vão mudando de 4 em 4 segundos, como se fosse um slideshow automático? Pois bem, adivinhe qual era a primeira que aparecia no site da IGN.

Gears of War 3.

Confiram esses dois vídeos. O primeiro é um (fraco) trailer, só para dar uma pitadinha de excitação aos amantes da franquia. O segundo é uma entrevista com Cliff Bleszinski, o diretor de design da Epic Games. O cara fala irritantemente rápido, então não entendi muito do que ele falou...

Trailer:


Entrevista:


Mas o que há de "não tão bom assim" nessa fabulosa notícia? - o leitor se pergunta. Bem, conforme se pode conferir nos vídeos, somente o Xbox 360 é citado como plataforma para o jogo. E, como quase todos nós gamers sabemos, Gears of War 2 (odeio abreviar como GoW porque... Bem, vocês sabem o motivo), diferentemente de seu predecessor, foi lançado exclusivamente para a Caixa Mutante (eu sei, essa foi horrível...) da Microsoft.

Só nos resta sonhar, desejar e ter fé de que os desenvolvedores misericordiosamente pensem nos infelizes não possuidores do 360 (é claro que julgá-los infelizes é uma mentira sem tamanho; PS3 Rules 4 Ever) e resolvam voltar a lançá-lo também para PC. Esperança é a última que morre, não?

sábado, 10 de abril de 2010

Zeitgeist


Acabei de assistir Zeitgeist, o Filme.

Sim, eu já tinha ouvido falar há bastante tempo, e inclusive fiquei com vontade de ver na época, mas não me lembro bem o que aconteceu, se foi preguiça, falta de legendas, mas seja lá o que tenha sido me fez ficar protelando, até que o filme caiu no esquecimento. Só fui me lembrar da existência dele ontem, quando foi citado num Nerdcast antigo do Jovem Nerd que eu estava ouvindo sobre teorias conspiratórias, assunto que aliás sempre me chamou a atenção.

Bom, tenho duas coisas a dizer sobre o tal filme:
  1. UAU...
  2. A partir de hoje, não acredito e não confio em nada e em ninguém. NINGUÉM.
Link AQUI.
Detalhes sobre o link (leia antes de assistir):
- Vídeo direto do Google Videos;
- Legendas em português (de Portugal) e um pouco dessincronizadas em alguns momentos (mas dá pro gasto).
- Não assista a menos que tu queiras mudar para sempre a tua visão do mundo e da realidade. Sérios riscos de indução à paranóia. Não estou brincando, porra! (hehe...)
- ASSISTA!

sexta-feira, 9 de abril de 2010

A história do Fluxo Zero

Nesta última quarta-feira durante o tempo livre entre a saída do restaurante universitário e a aula das 13h30min, fui um dos afortunados a presenciar uma épica frase de um dos meus colegas de curso. Mas antes, para entendimento completo da mesma, é necessário apresentar-vos alguns conceitos típicos decorrentes do estudo do eletromagnetismo.

Em Física, e mais especificamente, no estudo de campos elétricos, há uma definição vitalmente importante denominada fluxo elétrico. Mas comecemos com algo mais simples. Uma das propriedades fundamentais da matéria é a carga elétrica. O elétron, por exemplo, é uma partícula sub-atômica cuja carga elétrica é negativa com intensidade que vale aproximadamente 1,6 x 10^-19 Coulombs.

Cargas elétricas geram forças sobre outras cargas elétricas. Uma carga negativa gera uma força de repulsão em outra carga negativa, e o mesmo acontece com duas cargas positivas, enquanto que cargas de sinais opostos (uma negativa e outra positiva) geram forças atrativas uma na outra. Essas forças de atração e de repulsão acontecem mesmo sem o contato físico entre as cargas; continuarão existindo forças mesmo se as cargas estiverem longe uma da outra (embora essas forças terão menor intensidade do que se as cargas estivessem próximas).

Para compreender melhor a existência de forças entre cargas, se diz que uma carga elétrica gera um campo elétrico no espaço ao seu redor. Esse campo elétrico interage, portanto, com outras cargas, afastando-as ou atraindo-as, através de forças, na direção da carga que gerou o campo. Um campo elétrico é representado graficamente por linhas de campo. A convenção é de que as linhas de campo saem das cargas positivas e entram nas cargas negativas.

Consideremos um campo elétrico E com suas linhas de campo atravessando uma determinada área A no espaço. Resumidamente, sem nos apegarmos a definições matemáticas rigorosas, podemos dizer que o fluxo elétrico (Fl.e) por essa área A é proporcional tanto à quantidade de linhas de campo (ou seja, a intensidade do campo elétrico) que passa por A quanto ao tamanho de A. Ou seja, podemos pobremente dizer que Fl.e = EA. Esta não é a definição correta, mas para fins de simplificação e facilidade de entendimento, me permiti tal blasfêmia.

Agora imaginemos a área superficial de uma esfera, e que dentro dessa área haja uma partícula carregada qualquer, tal qual um elétron. Em outras palavras, há uma carga líquida dentro da área. Como a carga gera um campo elétrico, então logicamente há um fluxo elétrico não nulo atravessando a área que imaginamos.

Digamos que, agora, a carga está posicionada fora da área esférica, e que dentro dela não haja nenhuma outra carga, ou seja, a carga líquida dentro da área é nula. A carga que está fora gera um campo elétrico na região, mas como não há nenhuma carga líquida dentro da área para interagir com este campo, então todas as linhas de campo que penetram para dentro da área esférica por um lado também saem da mesma por outro lado, de forma que o fluxo total através da área superficial esférica é zero.

Finalmente, agora que todos mais ou menos já sabem como funciona o fluxo elétrico, vamos à história que culminou na memorável frase de meu inspirado colega.

Durante uma viril discussão sobre mulheres gostosas, nos pusemos a apreciar um pouco o "movimento" do horário de almoço no campus da faculdade. Eis que surge então, ao fundo, uma das minhas colegas da turma de Física III-D. Estávamos eu e mais quatro parceiros num banco, observando de longe a caminhada dela, até que ela sumiu por entre os prédios, como quem toma o caminho para sair do campus, em direção ao terminal de ônibus. Quase todos concordaram que era uma baita mulher: alta e bonita, um pouco magra talvez, mas isso devido à tendência natural de alguém com aquela estatura. A exceção foi este meu colega, que inclusive apelidou-a carinhosamente de Michael Jackson. Havia uma vaga semelhança, mas nada que justificasse de fato o uso do apelido.

Intrigados com o opinião dele, decidimos que ele deveria expor suas próprias definições de mulheres bonitas. Um de nós pediu que ele nos desse o nome de duas pessoas (que nós conhecêssemos) que, para ele, fossem as Tops das Tops. Ele deu uma desculpa de que não era bom com nomes (o que acho válido porque eu mesmo também nunca sei os nomes de pessoas famosas) e acabou citando duas mulheres que ninguém conhecia. Até aí, tudo bem...

Então, esse mesmo colega que pediu o nome das Tops fez a seguinte proposição:
- Tá, imagina que venham essas duas mulheres, e que elas topassem ficar uma semana à tua disposição, fazendo o que tu quisesse. Mas... Em troca, tu tivesse que fazer uma coisa...
(Todos escutaram atentamente, prevendo que naquele "Mas..." era onde morava o perigo)
- Em troca, tu deveria fazer, por um dia, tudo o que o Maguila quisesse.

Logo após se seguiram segundos de tensão, todos olhando e esperando silenciosamente a resposta dele, e ele pensativo, com um olhar fixo e distante. Até que ele fala:
- Não sei...
- Pensa bem, cara um diazinho de sofrimento ali, mas depois a recompensa de uma semana no paraíso, é no mínimo algo para refletir...

Mais uns instantes de silêncio, e por fim:
- Não, não vale a pena. Não tem vantagem nenhuma porque o fluxo é zero.





Para os que ainda não tivessem entendido (todos entenderam na hora, mas pode ser que algum de vocês leitores seja meio lento), ele ainda explicou:
- Se tu penetra e é penetrado... Fluxo zero.

Portanto, nada melhor do que fazermos um quote para a frase épica da semana:
Não tem vantagem nenhuma porque o fluxo é zero.

É, eu sei, estudantes de engenharia são casos perdidos.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Ironia do destino + Déjà Vu = mensagem paranormal ?

Hoje no fim da tarde eu estava vendo o filme Dançando no Escuro (título original Dancer in the Dark). Para quem nunca ouviu falar, o filme é uma espécie de mescla de trechos de filme "normal" com alguns trechos musicais, e conta a história de uma mulher que tem uma doença que lentamente a deixará cega. Como o problema é genético, o filho dela possui a mesma doença. Então, para evitar que o filho tenha o mesmo triste destino da mãe, ela tenta juntar dinheiro o suficiente para pagar uma cirurgia corretiva para o menino antes que ela mesma fique cega e não tenha mais condições de trabalhar.

E, ironicamente, o que acontece bem no meio do filme? Falta luz! E já não havia mais a iluminação solar na hora que aconteceu, ou seja, fiquei na escuridão total em casa, sem enxergar nada! No mínimo, tenso...

E outra coisa esquisita é que quando começou uma certa cena, antes de a luz faltar, eu tive uma nítida e até diria assustadora sensação de Déjà Vu durante uns bons 8 segundos. Até que percebi que isso aconteceu porque antes de começar a assistir ao filme de fato, eu queria checar se a legenda que eu baixei estava bem sincronizada, então apertei Play e avancei até um diálogo qualquer. E esse diálogo era exatamente a cena na qual tive o Déjà Vu depois.

Até agora não terminei de ver o filme porque quando voltou a luz já era tarde e ainda faltava, creio, mais de 1 hora para o fim, e eu precisava dormir, pois como poucos (ou nenhum) de vocês sabem, nesse semestre eu acordo às 6h três vezes por semana.

Assim que eu terminar esse post, pretendo assistir o filme até o fim, mesmo contrariando o meu subconsciente, que não pára de martelar a hipótese de que isso tudo foi algum tipo de mensagem paranormal tentando me impedir de ver o troço. xD

sexta-feira, 2 de abril de 2010

100 filmes em 365 dias

Todo ano eu tento fazer alguma coisa nova. Ano passado, decidi que faria um curso de língua japonesa, mas esse ano resolvi parar com ele porque eu estava ficando sufocado demais. Então, já que parei com o japonês, resolvi criar uma outra meta qualquer, por mais idiota que fosse, só para não terminar 2010 dizendo que não fiz nada de interessante.

A meta é simples: ver 100 filmes esse ano. A ideia surgiu do fato de eu ter tido contato com alguns filmes underground (e outros nem tanto) que me surpreenderam bastante, o que me levou a ter vontade de assistir mais filmes tão interessantes quanto. Desde então encontro algumas horas na semana para pesquisar e baixar por conta própria.

Apresento-lhes, portanto, a lista dos filmes que vi até agora neste ano de 2010, ressaltando que todos os fimes aqui presentes foram vistos direto no PC (nos casos em que baixei ou assisti no Tube) ou no meu PS2 (nos casos em que aluguei o DVD), com exceção de Avatar, que eu vi no cinema mesmo. Ou seja, não estão aqui listados os filmes que eu possivelmente possa ter visto na televisão. E nada de filmes vistos pela metade, consequentemente. Tudo visto do começo ao fim.

Filmes vistos em 2010 até agora:

Bastardos Inglórios
Prova de Fogo
Avatar
Adventure Land
Top Gang 2: A Missão
O Iluminado
Donnie Darko
Pi
Oldboy
O Fabuloso Destino de Amélie Poulain
500 Dias com Ela
Clube da Luta
O Lutador
Réquiem para um Sonho
Zodíaco
Cubo
Fanboys
Amnésia
Quero Ser John Malkovich
Street Fighter: A Lenda de Chun-Li
Beleza Americana
Caso 39
Tempo de Violência
Caché
O Balconista

A maioria dos filmes foi vista por indicação de um sujeito qualquer da internet ou então de um site de resenhas descritivas e críticas ou então porque tem uma boa colocação neste site. O restante, bom, um filme remete a outro. Geralmente em comentários as pessoas detectam semelhanças e acabam citando filmes anteriores como referência. Ah, e ainda tem uns ali que peguei por livre arbítrio, sem ter nenhum aviso prévio da qualidade da coisa. Dito isto, agora vou listar os melhores (na minha opinião) entre eles e também as maiores decepções.

The best so far (porque se falamos em inglês fica melhor ainda):

Bastardos Inglórios
Top Gang 2: A Missão
Donnie Darko
500 Dias com Ela
O Lutador
Requiem para um Sonho
Cubo
Amnésia
Beleza Americana
Tempo de Violência

Obs.1: Os filmes não estão ordenados em ordem de preferência ou de qualidade, mas sim de acordo com a data em que vi, sendo os primeiros os que eu assisti antes.
Obs.2: Destaque para os diretores Quentin Tarantino e Darren Aronofsky, cada um com 2 filmes no top 10.

Maiores decepções:

Prova de Fogo
Avatar
Adventure Land
Zodíaco
Street Fighter: A Lenda de Chun-Li

Obs.: Obviamente nenhum destaque, mas notas especiais para Prova de Fogo, por sua chatice, previsibilidade e "lição de vida"(veja o filme para maiores detalhes, embora eu não recomende), e para Street Fighter: A Lenda de Chun-Li, que leva o troféu na categoria Decepção, principalmente para os fãs da franquia.

Antes de terminar, queria mencionar que há 3 filmes que ainda não entraram na lista - mas certamente logo entrarão - porque eu não consegui vê-los por completo. Dois deles eu simplesmente desisti de assistir, porque peguei na locadora mas os DVD's estavam ruins e travavam a cada 25 milisegundos. São eles Onde os Fracos Não Têm Vez e O Curioso Caso de Benjamin Button. E quanto ao último (mas na verdade o primeiro que assisti), não consegui ver a parte final porque, bem... É INSANA. Só para terem uma ideia do que estou falando, as cenas finais são avaliadas por 11 a cada 10 pessoas como a coisa mais repulsiva, angustiante e horrível que eu já vi num filme. Riam, mas sou cagão e fiquei com medinho de ver. O nome do filme é Audition. Pesquisem.

Por hoje é só. Em breve posso fazer uns reviews dos filmes que mais se destacaram para mim. Té mais.

domingo, 28 de março de 2010

Situações esquisitas

Hoje eu acordei bem cedo, lembro que peguei sonolentamente meu relógio e vi que eram 8 e alguma coisa. Apesar de calcular que deveria ter dormido umas 7 horas, a primeira reação que tive foi ficar brabo comigo mesmo por ter acordado tão cedo num domingo.

Depois fiquei me revirando na cama tentando pegar no sono de novo. Só que foi meio estranho, não sei se já aconteceu isso com algum de vocês, mas sabe quando tu tem consciência de estar acordado, na cama, mas mesmo assim ainda fica meio que sonhando? Tu pensa em alguma coisa qualquer e quando vê já está criando mentalmente situações imaginárias e fantasiosas. E pior é que tu está "controlando" isso, pois tu sabe que está acordado... Não sei como explicar direito, é bem louco.

Eu sei que depois disso peguei o relógio de novo e já eram 10 e meia, então resolvi levantar. Enquanto eu levantava e ía ao banheiro, ouvi minha mãe falando algo que não me lembro exatamente o que era agora, mas o que interessa é que na hora me fez lembrar que íamos almoçar na casa da minha tia por causa dos aniversários dela e da minha vó, que haviam sido há alguns dias atrás.

Mais uma vez a primeira coisa que pensei foi em ficar brabo comigo mesmo, dessa vez por não ter lembrado do almoço. Ok, para alguém normal não haveria motivo para ficar brabo, pois afinal havia tempo para se arrumar direito e não chegar atrasado, e além disso tinha o negócio de ver os parentes, blá blá blá e tal.

Mas para alguém como eu às vezes é um problema, porque estou num período meio estranho (e um tanto constrangedor) da vida, e tenho que "me preparar psicologicamente" para eventos sociais. É como se fosse algum tipo de exercício em que eu tivesse que estar concentrado e bem de espírito para fazer. Como se tivesse uma hora adequada, pré-definida e assim eu não fosse pego desprevenido, sabe?

Inclusive é por isso que geralmente não gosto de encontrar pessoas conhecidas na rua.

Quando eu era pequeno, eu sempre andava olhando para baixo, para cuidar se eu não ía pisar em algum cocô de cachorro, chiclete mascado ou sei lá. Mas aí minha mãe me ensinou que a gente deve andar olhando pra frente, e desse jeito visualizamos com antecedência tudo à nossa volta (inclusive as nojeiras no chão).

Só que quando olhamos pra frente, é de se esperar que vejamos alguém que esteja caminhando no sentido oposto, e da mesma forma, essa pessoa também nos vê. Então nos preocupamos em não ficar encarando, já que é falta de educação, e aí desviamos rapidamente o olhar tão logo notamos que a pessoa irá virar ou já está com a face voltada na nossa direção. Mas às vezes, acontece de o indivíduo ser alguém conhecido, entretanto o cérebro só processa isso quando já desviamos o olhar, e aí temos que olhar de novo para certificarmo-nos de que é mesmo aquela pessoa e aí damos um "oi".

Dependendo da pessoa, do ambiente e do nosso humor, e quando a pessoa não está passando diretamente ao nosso lado, mas um pouco mais longe (na outra calçada da rua, por exemplo), ainda rola uma dúvida se ela nos viu e se seria melhor cumprimentá-la ou fingir que não a vimos. De vez em quando é mais conveniente a segunda opção, para poupar tempo, evitar o esforço mental de manter uma conversa interessada com a pessoa devido à escassez de assuntos, etc.

Mas nos casos em que a olhamos de volta e falamos "oi", não sei se é coisa da minha cabeça, mas sempre noto que a pessoa me olha de um modo diferente, como se estivesse pensando qual é o meu problema e por que diabos eu virei a cara e logo em seguida olhei de novo e cumprimentei ela.

E a pior parte é o desconforto de não saber direito o que fazer: se sigo o caminho, se paro e começo uma conversa, se falo sobre o tempo e outras trivialidades ou sobre outra coisa... E para tentar evitar aqueles silêncios horríveis (que são particularmente torturantes em uma conversa entre 2 pessoas), eu faço uma pergunta qualquer e enquanto a pessoa responde eu já estou ao mesmo tempo pensando na próxima pergunta, só que devido a isso eu não presto atenção direito no que a pessoa falou e aí eu fico meio com medo de fazer a próxima pergunta, seja porque talvez soe esquisito mudar abruptamente de assunto ou seja porque há uma chance de que a pergunta envolva algo que ela acabou de falar há pouco e eu não prestei atenção.

Enfim, é bem constrangedor, pois eu não estava preparado para conversar com a pessoa naquele momento.

Quando sabemos se vamos (e quando vamos) nos encontrar com alguém, pelo menos há tempo para organizar na cabeça as novidades e assuntos, e também podemos imaginar algumas das possíveis perguntas que elas nos farão, de modo que não ficamos tão sem jeito ao conversar com os outros porque já estamos meio "preparados".

Ah, merda. Divaguei muito nesse post e saí do assunto que eu ía falar. Bom, deixa, agora já está tarde e é melhor ir dormir de uma vez. Té mais.

sexta-feira, 26 de março de 2010

Frases inspiradas

"Quando questionados sobre seus gostos musicais, a maioria dos caras está muito preocupada em manter uma imagem de masculinidade e cita Enter Sandman ou Highway to Hell, mas lá no fundo eles sabem que também se sentiram emocionados quando ouviram Uma Música."

"Não, eu não vou pedir a ele que escolha entre sexo e jogar Halo 3. Até onde eu sei, sexo não foi atualizado para incluir gráficos de alta definição e melhorias no sistema de armas."

"Pra falar a verdade, eu tenho vontade de matar as pessoas que ouvem música sem fone de ouvido dentro do ônibus ou em qualquer lugar. Eu tenho vontade de matá-las mesmo. Ela devia ser expulsa do ônibus, chutada pra fora. Na maioria dos casos elas deveriam ser mortas mesmo. Se você for uma pessoa que tiver problemas psicológicos, se você for um tipo de sociopata, passe à frente essa mensagem e mate as pessoas que ouvem música no celular dentro do ônibus."

"Sou o pior no que faço de melhor. E por este presente eu me sinto abençoado."

"Qual é a diferença entre algo vivo e algo morto? No mundo médico, uma definição clínica de morte é um corpo que não muda. Mudança é vida. Estagnação é morte. Se você não muda você morre. É simples assim. É assustador assim."

"A importância é relativa. O tempo é absoluto (a menos que você possa viajar a velocidades significativas se comparadas à da luz)."

"O Teorema de Pitágoras determina que a soma dos quadrados dos catetos de um triângulo retângulo é igual ao quadrado da hipotenusa do mesmo. O Teorema de Kratos determina que quadrado, quadrado, triângulo é igual ao quadrado da energia do Big Bang."

"Depois de uma hora de conversa acham que podem fazer uma avaliação de nossa personalidade. Por terem as credenciais acham que podem fazer esse tipo de coisa, deveriam ser psiquiatras e não jornalistas."

"Geralmente quando você encontra um cara mutilado num saco, provavelmente você vai querer repensar a intenção de sair com a garota."

"Yippie-ki-yay, motherfucker!"

quarta-feira, 17 de março de 2010

Eu, eu mesmo e a vida noturna

Não gosto de começos de textos. Sempre temos que pensar em frases "openers" instigantes para obter o interesse e a curiosidade por parte dos leitores, ao mesmo tempo em que sugerimos sutilmente a forma de abordagem e nossa opinião sobre o assunto em questão. Nunca se sabe exatamente o que escrever no início do post, pois geralmente quando somos iluminados com a ideia do assunto (78% das vezes durante o banho), em seguida só formulamos mentalmente algumas frases soltas e aleatórias, que servirão para povoar o corpo do texto em si, e não a introdução.

"Mas que merda de introdução é essa, considerando o título do texto?" - tu pergunta. Não faço a menor ideia. Então vamos pular a formalidade da introdução hoje, já que estou sem paciência, e vamos falar dos porquês de eu não gostar de baladas e afins.

Primeiro porquê: não tenho quase nenhum amigo ideal em festas noturnas para ir junto comigo. O amigo ideal em festas noturnas é aquele que não fica te forçando a nada. É aquele com quem tu joga fora uma conversa normal e interessante (e não aquele papo de "Nossa, hoje eu vou pegar muitas!", etc) no caminho para o local da festa. Durante a festa ele serve como companhia para te deixar mais descontraído e confortável no lugar, evitando situações estranhas e "sem jeito" por não ter ninguém conhecido por perto. E em momento nenhum ele ficará te incentivando incessantemente a beber, nem ficará te dizendo o tempo todo para ir lá "trovar" aquela gostosa que "ele encontrou pra ti". Ele simplesmente curte na dele e te deixa curtir em paz do teu jeito. Cada um faz o que quer e na hora que estiver com vontade, e o amigo ideal em festas noturnas entende e respeita isso.

Em segundo lugar acho que fica a música. Na esmagadora maioria das casas noturnas, o som é horrível. Sem ofensa. Mas é um lixo. Tudo muito repetitivo, sem emoção, músicas que só empolgam nos primeiros 20 segundos e depois disso já se tornam insuportáveis. Porra, até no rock há coisas muito simples e repetitivas, a citar por exemplo Your Time Has Come (uma das minhas músicas favoritas), do Audioslave, que basicamente fica naquele mesmo riff (pan, pan pan pan pan pan, pan, pan pan pan pan pan pan lol), mas é de uma força, energia e simplicidade que te contiagia e vicia do início ao fim; te faz querer pular e balançar a cabeça loucamente. E cadê as belas letras e belas melodias, como em All You Need is Love, dos Beatles, que te emociona e que dá uma imensa vontade de cantar toda vez que a ouvimos? Há força, energia, emoção e beleza em música de balada? Não. Não há nada. Entediante.

Outro problema é o volume do som. Não que eu não goste de música alta, mas para os propósitos do ambiente, som incrivelmente alto não é o mais adequado. Dificulta em 397% qualquer tentativa de comunicação via cordas vocais. É preciso se aproximar do ouvido do receptor e ficar aos berros para que se entenda alguma coisa, ou então tentar comunicação por gestos, o que na maioria das vezes é ineficiente, pois o outro não entende e responde rotacionando as mãos até ficarem com as palmas voltadas para cima e simulando o movimento labial de um "O quê?". E quando estamos conversando com alguém "de interesse", como temos que falar perto do ouvido da pessoa, corre-se o risco de gritar muito alto sem querer e irritar os tímpanos da pessoa.

Normalmente, do ponto de vista de um homem heterossexual, baladas servem basicamente para 4 coisas: ouvir a música, dançar, mulheres e bebida. A primeira utilidade já é absolutamente descartada por mim, conforme disse nos dois parágrafos anteriores. Sobre dançar... Não é comigo. No colégio eu tinha muita coordenação e facilidade para esportes (eu era bom em vários), mas enigmaticamente sempre fui duro, desajeitado e desprovido de ritmo para danças. Também nunca tive uma amiga que tivesse paciência em me dar algumas dicas, e pedir ajuda a um amigo, convenhamos, é embaraçoso e gay.

Sobre o lance de "pegar as minas", acho sem sentido. Com o som alto do jeito que é nessas festas, é praticamente inviável tentar uma conversa. Temos que ter a habilidade de falar algo interessante com poucas palavras, só para acabar beijando alguém que pouco conhecemos, e logo em seguida fazer o mesmo com mais pessoas, potencializando as chances de pegar mononucleose, gengivite, hepatite e até herpes, se tu for muito burro e não estiver olhando direito onde põe a boca. Não seria mais fácil pular logo as trivialidades e pedir o beijo de primeira? Ou beijar logo sem avisar e pronto? Ah, é, esqueci das tais micaretas. Que mundo doente... ¬¬

Mas de qualquer jeito, por que alguém faria isso de sair "pegando" as pessoas? Só para mostrar que é homem e gosta de mulher? O que há com a sociedade? Sério, qual é o sentido de trocar menos de 50 palavras com alguém para depois beijar e em seguida dispensar a pessoa? Alguém me explique por favor.

Se eu me interesso por alguém, primeiro descubro se o jeito e a personalidade dela me deixa confortável (e se ela sente o mesmo comigo), depois procuro saber se ela tem gostos parecidos com os meus, mas tudo isso com uma boa conversa (e algumas fuçadas no orkut dela também, hehe). Isso é conhecer alguém, e é muito difícil de fazer numa balada. Depois de conhecer a pessoa, tu sai mais vezes com ela, e se ao final dos encontros chega-se à conclusão que foi divertido e que tu te sentiu feliz, então tu gosta da pessoa. E é depois dessa conclusão que vem o beijo (e o que tiver que vir junto com ele xD). O beijo é uma demonstração de afeto e intimidade entre duas pessoas, só assim é prazeroso. De outro modo é simplesmente sem significado. É assim que as coisas devem ser: estar com alguém porque gostamos e não para fazer número.

O que sobra é, claro, a bebida. Mas nem por este motivo me parece animador frequentar as baladas. Não é que eu não goste de consumir bebidas alcoólicas. Gosto de Smirnoff Ice, por exemplo. Mas não gosto especificamente do gosto da cerveja. Acho todas ruins. Muito embora eu goste da sensação de "liberdade de expressão" proporcionada por umas latas dela. E como qualquer outra coisa geralmente é muito caro, só sobra ela. Ah, e sem citar os efeitos colaterais e perigos do consumo abusivo e desenfreado, que são duradouros e nada agradáveis.

E por fim, falemos da superlotação. É verdade que quando saio gosto de ver movimento, mas as baladas em geral ocorrem em lugares tão lotados de pessoas que é preciso disputar até o ar que se respira. As pessoas não respeitam o espaço umas das outras, esbarram, te empurram, pisam no teu pé, batem no teu cotovelo fazendo derramar na roupa a bebida que tu estava segurando na mão (sem nem ao menos olhar para trás e desculpar-se)... É uma droga. E acabei de me dar conta de porque sempre fico com vontade de socar alguém na cara quando vou a esses lugares. Ainda bem que não bebo muito. Se ainda por cima eu ficasse bêbado, merda aconteceria...

Em alguns lugares há mesas e cadeiras, em outros também há sofás, poltronas, puffs e coisas do gênero para descansar. Mas não adianta. De acordo com o princípio da superlotação, em boates todos os ambientes para descanso são automaticamente considerados iguais a zero, pois todos os assentos estão sempre ocupados. Levando isso em conta, sobram três opções: 1 - continuamos o resto do tempo em pé, cansados e com as pernas a ponto de explodir; 2 - vamos embora; 3 - esgueiramo-nos por entre o mar humano até achar um (raro) canto sem ninguém num raio de 50 ou mais centímetros. Em caso de sucesso na terceira opção, nos encostamos na parede, coluna ou seja lá o que tiver no local, mas invariavelmete isso só faz as costas doerem mais ainda.

Se o desconforto for muito, então temos que sentar no chão mesmo, mas geralmente ficamos constrangidos de fazer isso, a menos que haja um amigo ideal em festas noturnas presente; nesse caso, podemos pedir que ele sente ali também, e assim ambos não parecerão idiotas ao sentarem sozinhos no chão, já que supostamente haveriam áreas específicas no lugar para esta finalidade, que estão lotadas, mas as pessoas desconsideram esse fato pois em geral parecem ser ignorantes quanto à básica lei física de que dois ou mais corpos não podem ocupar o mesmo lugar no espaço ao mesmo tempo.

Mas até sentar no chão envolve o risco de, por exemplo, sentir a tua bunda levemente molhada e perceber que tu acabou de sentar na cerveja que alguém deixou cair no chão, ou pior ainda, no vômito de alguém que não passava muito bem. E como estava muito escuro na porra do lugar, não foi possível enxergar e evitar a nojeira que acabou de acontecer. (Nunca sentei em vômito...)

Ah, e o pior de tudo: temos que pagar por este sofrimento todo. Não só a entrada no estabelecimento, como táxis para idas e voltas. E sai caro. No final, tu não te divertiu realmente, perdeu muito dinheiro - que poderia ser usado em coisas úteis - e ainda está convencido de que tu deve fazer isso de novo sempre que possível para que vejam que tu é normal e aproveita a vida.

Ok, esta não é lá uma daquelas ideias que se possa chamar de original para um post num blog; muitos outros já se aventuraram antes ao expor seus gostos e desgostos publicamente, apreensivos pela incerteza de não saberem se (ou como) seriam julgados pela família, amigos, conhecidos e pela sociedade em geral. Então, é por isso que proponho o seguinte: se tu não gosta de baladas, não esconda e nem se preocupe com isso; tu não é anormal por causa disto. Mande um "Foda-se!" e fale que não gosta mesmo, assuma! E tu não está deixando de "aproveitar" a vida se não frequentar baladas. Aliás, só é possível aproveitar algo de que gostamos de fazer.