Novidades, amigos. Sobre a aposta que eu fiz comigo mesmo, aquela dos 100 filmes, que eu já falei várias vezes aqui. Faltam pouco mais de 10 filmes para considerar a tarefa completa. Mais precisamente já foram 84 filmes assistidos.
Para falar a verdade, se for contar todos os outros filmes que eu peguei na TV quando já tinham começado uns minutos antes, todos aqueles que eu vi mas fiquei com vergonha de anotar, e mais uns que simplesmente esqueci de anotar e não encontrei mais o nome, creio que eu tranquilamente já tenha ultrapassado a casa das dezenas. Vejam agora a lista:
Filmes vistos até agora em 2010
Bastardos Inglórios Prova de Fogo Avatar Adventure Land Top Gang 2: A Missão O Iluminado Donnie Darko Pi Oldboy O Fabuloso Destino de Amélie Poulain 500 Dias com Ela Clube da Luta O Lutador Réquiem para um Sonho Onde os Fracos Não Têm Vez Zodíaco Cubo Fanboys Amnésia Quero Ser John Malkovich Street Fighter: A Lenda de Chun-Li Beleza Americana Caso 39 Tempo de Violência Caché O Balconista O Livro de Eli Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças Dançando no Escuro Cães de Aluguel Zeitgeist Perfume - A História de um Assassino Teoria da Conspiração Os Suspeitos A Estrada Blade Runner - O Caçador de Andróides Uma Mente Brilhante O Silêncio dos Inocentes Gran Torino Eu Sou a Lenda Grindhouse - Death Proof Uma Noite de Amor e Música Os Imperdoáveis Os Doze Macacos Apocalypse Now Redux Cloverfield - Mosntro El Topo Melhor é Impossível 2012 S. Darko - Um Conto de Donnie Darko Passageiros Kill Bill Vol. 1 Cidade das Sombras Vírus Quase Irmãos Kill Bill Vol. 2 Quase Irmãos A Montanha Enfeitiçada Juno Distrito 9 Miss Março EuroTrip Firewall Primer Laranja Mecânica Tá Todo Mundo Louco Segurando as Pontas Um Sonho de Liberdade Todo Mundo Quase Morto Kick-Ass Seven - Os Sete Crimes Capitais Sin City - A Cidade do Pecado O Touro Indomável Batman Begins Extermínio Batman: O Cavaleiro das Trevas Perfect Blue De Volta para o Futuro V de Vingança De Volta Para o Futuro - Parte 2 Um Dia de Fúria De Volta Para o Futuro - Parte 3 Príncipe da Pérsia: As Areias do Tempo Os Mercenários
Ficou bem difícil recomendar os 10 melhores porque tem muito filme bom, mas vou tentar fazer um top 10. Se algum filmão não entrou, não significa necessariamente que é pior, só que não tinha mais espaço.
Donnie Darko O Lutador Amnésia Tempo de Violência Zeitgeist Blade Runner - O Caçador de Andróides Kill Bill Vol. 1 Laranja Mecânica Um Sonho de Liberdade De Volta Para o Futuro
Surpreendentemente os top 5 piores não mudaram muito. Acho que o meu "faro" pra filmes bons melhorou. Todavia, acho que até dava pra fazer um top 10 para os piores também, só que como é quase meia-noite agora e estou com preguiça, então só vou adicionar um e fazer um top 6, foda-se.
Prova de Fogo Street Fighter: A Lenda de Chun-Li Perfume - A História de um Assassino Melhor é Impossível 2012 A Montanha Enfeitiçada
Vamos à seleção de hoje. Como já dito no primeiro post, são só cinco por vez, pra deixar com gostinho de quero mais.
Raging Raven
Dá uma pena ter que atirar nela...
Raging Raven, em Metal Gear Solid 4, é uma das integrantes da "Unidade A Bela e a Fera", encarregada de destruir Solid Snake. Se por um lado é repulsivo ver alguém sofrer de transtorno de estresse pós-traumático e ainda achar sexy, por outro não somos assim tão culpados, já que era essa mesmo a intenção de Hideo Kojima. Acho que ele queria nos fazer sentir mal com nós mesmos: como se não bastasse derrotar as "feras" em suas armaduras de batalha, ainda tínhamos que atirar nelas quando nada mais possuíam a não ser o belo uniformecolante de dar dó. Ah e vale lembrar que Raven foi modelada a partir da modelo Yumi Kikuchi, da vida real.
Nina Williams
De braços cruzados esperando pra chutar uns traseiros.
Como no primeiro post, não poderia faltar uma personagem de game de luta, e dessa vez é Nina que aparece na lista para representar a famosa série Tekken. Nina está presente em todos jogos, desde o primeiro Tekken, o que a torna um dos símbolos da série. Ela é uma assassina com habilidades de diversos tipos de artes marciais, destacando-se em Aikido e Koppo, assim como sua irmã e eterna rival Anna. Seu estilo um tanto frio e calculista, bem como sua beleza e suas roupas, faz dela uma grande geradora de baba no canto da boca e de queixo caído entre os gamers.
Aya Brea
Se tu reparou que ela não está apoiando o pé esquerdo em nada, preocupe-se com sua (não-)masculinidade.
Parasite Eve é um dos grandes clássicos do velho Playstation One, feito pela Square, quando ainda era Squaresoft (ou seja, antes de se fusionar e passar a se chamar Square Enix). O jogo é um RPG que também tem vários elementos de Survival Horror, o que o deixa bem interessante. Mas vamos explicar Aya. Se não me engano Aya é uma policial. Devido a um transplante da córnea doada de sua irmã, que morreu num acidente de carro, as mitocôndrias do órgão dominaram a estrutura genética de Aya e começaram a alterá-la (ou seja, ela é mutante). Sobre o vestido, acho que é porque ela estava assistindo a uma apresentação de ópera quando começa o rolo todo do jogo. O que pode ser mais legal? RPG de horror, protagonista loira, bonita, policial, mutante e usando um vestido desses! Perfeito.
Aphrodite
Malz aê, folks. Blog para a família, então nada de peitinhos de fora.
Chega a ser ridículo o esforço de God of War para enfatizar o quanto esse jogo não é indicado para menores. Como se já não bastasse a carnificina performada pelo anti-herói espartano Kratos, ainda somos expostos a cenas de nudez e alto grau de erotismo, talvez o mais próximo que se possa chegar de pornografia num videogame que não tenha (primariamente) este propósito. Mas enfim, com peitos de fora ou não, fazendo sexo com Kratos ou não, e esquecendo o fato de ela ser praticamente uma puta (tá bom, não é culpa dela, ninguém resiste a Kratos), a verdade é que a deusa Aphrodite é, literalmente, uma deusa. É, essa não foi das melhores... Não precisa rir.
Lady
Fuck yea.
Devil May Cry é um jogo foda. Absurdo, mas foda. E personagens como Lady só reafirmam minha constatação. Extremamente habilidosa e ágil tanto no manuseio de variados tipos de armas de fogo como em suas acrobacias no combate a curta distância, Lady é um exemplo de como fazer uma personagem estilosa num jogo. Sua personalidade forte, ativa e justiceira contribuem para fazer dela ainda mais marcante. E pra completar, ela deu uma caprichada no visual em DMC4, como se já não estivesse bom o bastante no 3.
Continuem acompanhando, a lista está longe do fim. Té mais.
Acho que faz tempo que não posto nada relacionado a animes. Sempre que posso eu dou uma conferida num anime novo ou então revejo um episódio de um dos clássicos que marcaram minha infância/adolescência pra matar a saudade. O problema é que a faculdade de engenharia exige bastante, então quase nunca consigo me manter atualizado.
Além disso, também rola um mega preconceito, pois as pessoas em geral não comprendem como um estudante do Ensino Superior ainda gosta de perder tempo vendo desenhozinho. Então tem horas que acabo deixando os animes de lado, não por vontade própria (afinal, gosto de anime e isso dificilmente vai mudar), mas para evitar enchação de saco de gente que julga sem conhecer.
Bom, mas isso tudo é assunto para outro dia. Por causa do Anime RS que acontecerá em Canoas no próximo fim de semana, resolvi reviver o assunto anime neste blog, e para isso vou fazer mais uma lista (estou me especializando em listas, hehe): As mais marcantes aberturas de animes.
Essa lista será feita levando em conta prioritariamente a minha experiência pessoal com animes, portanto, já que não sou o maior dos experts no assunto, muita coisa boa pode ter ficado de fora. Se a tua abertura favorita não está aqui, é problema seu e não meu, pois essa é a minha lista. Entretanto, pode fazer um comentário me falando dela; eu vejo na internet, e se for boa mesmo, posso até colocar no post.
Os critérios para a escolha são:
1. Fator "grude" da música: o quanto a música é capaz de se enterrar no interior da nossa mente e nos fazer cantarolá-la incessantemente para todo o sempre, até o fim da eternidade.
2. Grau de fodeza do anime: às vezes a música não é assim tããão boa, mas o anime é tão bom que faz nos acostumarmos com a abertura e achá-la mais legal no decorrer da história.
3. Afinidade: o quanto eu conheço o anime em questão.
4. Visual: a qualidade da animação da abertura, a apresentação dos protagonistas e a sincronia das imagens com a parte sonora.
Vamos lá.
24º lugar: Jigoku Shoujo Nunca vi Jigoku Shoujo (ou Hellgirl, como ele também é conhecido em alguns lugares). Entretanto, está nos meus planos para assistir nas férias de verão. Se o anime for tão agradável quanto sua abertura, então será entretenimento do bom.
23º lugar: Basilisk Outro que não posso dizer que conheço. Na verdade, desisti ao ver as primeiras cenas do primeiro episódio e perceber que não era bem estilo de anime que eu estava querendo ver na época. De todo modo, a música é legal.
22º lugar: Full Metal Alchemist - 4ª A situação melhora um pouco aqui, apesar de ainda vergonhosa, pois não passei da primeira meia-dúzia de episódios deste que é considerado por muitos um dos melhores animes que há. Ao pesquisar na internet para escrever o post, me surpreendi quando vi a quarta abertura de FMA.
21º lugar: Slayers A verdade é que não me lembro de muita coisa de Slayers. Mas a abertura é suficientemente marcante para estar presente na lista.
20º lugar: Beck - Mongolian Chop Squad Era praticamente obrigação de um anime sobre uma banda de rock ter uma grande música na abertura. E seja lá quem compôs a música fez um trabalho e tanto.
19º lugar: Excel Saga A abertura de Excel Saga foi escolhida para entrar aqui não só pela música, mas pela obra como um todo. A animação tem um ótimo conteúdo humorístico e por isso alcança a posição 19.
18º lugar: To Love Ru Uau. Se alguém me disser que não fica com uma baita vontade de ver To Love Ru depois de assistir a abertura, então esse alguém só pode ser 1) mulher heterossexual; 2) homem homossexual; 3) cego; 4) Sheldon Cooper.
17º lugar: Onegai Teacher Quem dera eu tivesse uma professorinha dessas... Bem, até já tive uma de química na faculdade que era muito bonita e bem jovem, mas a diferença é que ela NÃOdeu mole, se apaixonou, casou e transou com um ALUNO.
16º lugar: Hellsing Até queria ter gostado de Hellsing, mas a oscilação da qualidade do anime no decorrer dos episódios fez eu não conseguir nem terminá-los, mesmo sendo míseros 13. Mas a musiquinha da abertura felizmente se salva.
15º lugar: Cowboy Bebop Cowboy Bebop é um belo anime, e possui uma abertura bem peculiar, diferenciada, tanto no estilo musical quanto na apresentação visual. Por se destacar no meio de tantos animes com aberturas iguais, merecia até uma posição melhor, se não fosse pelo brilho das aberturas que estão à sua frente nessa lista.
14º lugar: Samurai Champloo Quem esperaria um rap na abertura de um anime cuja história se passa no Japão em plena Era Tokugawa? Samurai Champloo é profundo e surpreendente, assim como sua abertura, que exemplifica como fazer um belo e estiloso trabalho artístico de animação.
13º lugar: Dragon Ball GT Vou estragar a surpresa dizendo que a abertura de Dragon Ball Z já está mais adiante na lista. Tentei ao máximo selecionar de modo que nenhum anime aparecesse com mais de uma de suas aberturas aqui. Mas depois percebi que DBZ e DBGT, tecnicamente, são animes diferentes, pois não trata-se de uma nova temporada, e sim de uma nova saga. E já que a abertura de DBGT é foda, nada mais justo que aparecer também!
12º lugar: Card Captor Sakura - 1ª Hoje fico com vergonha de admitir, mas lá pelos meus 9, 10 anos eu via esse anime. Na época pouco importava se era um anime shoujo (na real eu nem tinha noção disso), eu só gostava do esquema de aprisionar as entidades mágicas nas cartas usando os poderes de cartas previamente capturadas. Algo bastante similar a Pokémon, mas talvez por isso mesmo me chamasse a atenção. Apesar de sempre ter assistido a versão brasileira da abertura, a letra é gay demais para eu postar, então fico com a original.
11º lugar: Saint Seya - 1ª O clássico dos clássicos dos anos 90 (apesar de ser exibido originalmente no final da década de 80 no Japão) e, que sá, de toda a história dos animes. No Brasil, sua fama e reconhecimento, sob o nome de Cavaleiros do Zodíaco, é indiscutível. Tem quem ache excessivamente apelativo e gay, mas nota-se que há respeito até por parte dos odiadores. Quem não reconhece a música da abertura só pelos 2 segundos iniciais merece a morte.
10º lugar: Paranoia Agent Anime relativamente novo (2004) com um clima bem tenso, não posso dizer muito porque faz tempo que vi e não cheguei a terminá-lo, mas o que realmente se destaca é a abertura mesmo. É muito boa e involuntariamente assustadora, com todas aquelas pessoas rindo sem nenhum motivo aparente.
9º lugar: Love Hina Love hina é um dos melhores animes no estilo harém-comédia-romântica. Eu não gosto muito de animes que tentam misturar realidade (slice of life - vida escolar) com ficção total e absurda (tartarugas voadoras ou robóticas que aumentam de tamanho comendo pedaços de ferro e eletrodomésticos), mas LH é tão bom que gostei mesmo assim. E a abertura é uma das mais legais e viciantes que já vi. Dá vontade de retroceder no player só para ouvir a musiquinha de novo.
8º lugar: Naruto - 4ª É verdade, já vi Naruto. E isso lá pelos meus 15, 16 anos. E cara... Tinha episódios legais sim, por mais que eu faça questão de discordar profundamente de todos que acham que é um dos melhores animes da atualidade. Mas parei lá pelo ep. 80 e poucos, antes de começar a me decepcionar. Portanto não cheguei a pegar a abertura 4 na época. O que foi uma pena tremenda.
7º lugar: Death Note - 2ª Esse aqui não necessita muitas apresentações. História fantástica, aberturas poderosas. A segunda se destaca bastante pelo visual bem feito e principalmente pelo peso da música, tanto é que hoje ela é obrigatória nos setlists dos shows de qualquer evento de anime que se preze.
6º lugar: Hajime No Ippo - New Challenger Cara, como esse anime é bom. O que mais me irrita é que ele não é tão conhecido quanto deveria ser. Tinha dias que eu chegava a ver uns 15 episódios seguidos, tal era a vontade de saber o que aconteceria no episódio seguinte (mesmo quando podíamos facilmente prever que o Ippo ganharia a luta). A abertura da continuação, New Challenger, traduz com maestria todo o clima e a emoção contagiante do anime.
5º lugar: Dragon Ball Z- 1ª (em português) Faço questão de dizer que gosto mais da versão em português (do Brasil) tanto da abertura como do anime propriamente dito. Temos que saber valorizar o nacional, ainda mais numa área em que é tão raro sair algo de qualidade. Dublagens mal interpretadas e aberturas completamente "desfiguradas" existem aos montes por aí. Quando surge coisa boa devemos ter orgulho dos caras, que, literalmente, salvam a pátria da desgraça, nos presenteando com aberturas bem adaptadas e memoráveis como a de DBZ.
4º lugar: Yu Yu Hakusho - 1ª Espera aí, Yu Yu Hakusho não tem uma só abertura? Aí é que tu te engana: a música pode ser a mesma, mas a apresentação visual muda. Não me lembro quantas são ao todo (me vêm à mente somente duas). Já que é pra escolher uma, fico com a primeira, apesar de eu não ver diferença significativa, já que o que importa mesmo é a melodia.
3º lugar: Neon Genesis Evangelion Zankoku na tenshi no you noni... Shounen yo shinwa ni nare... Quase decorei a letra inteira, meu!
2º lugar: Enfen Lied Com toda a certeza, a abertura mais bela da história dos animes. Quando baixei o anime, o fato de nunca ter visto algo parecido (e, pode escrever, vai demorar até surgir algo parecido) numa abertura causou uma sensação única de comoção. Confira por si próprio a obra de arte.
1º lugar: Samurai X - 1ª O primeiro lugar não poderia deixar de ser, merecidíssimo, do segundo anime que mais marcou o início da minha adolescência, Samurai X (atrás apenas de DBZ). Não gosto muito de falar o nome original, Rurouni Kenshin, pois a versão que eu vi e adorei foi a do Cartoon Network, dublada em português mesmo (e ter que aturar o Kenshin com voz de mulher é foda, né).
As qualidades do anime são muitas: desde o carisma das personagens até a excelente ambientação histórica, que serve de cenário para a exposição dos conflitos políticos, sociais e individuais dos protagonistas. A ação é outro ponto forte, com lutas inesquecíveis, e o humor também se faz presente na medida certa.
E as músicas então, nossa! Simplesmente não há nenhuma da qual não nos lembremos. Não só todos os temas das aberturas, mas também todos os encerramentos são excepcionais. A música entra na cabeça e não sai mais por nada nesse mundo! Tu te perceberá cantando ou assoviando as melodias dia e noite sem parar, até ficar com dor na garganta pela cantoria ou na bochecha pelo assovio.
Se eu pudesse, colocava todas as três aberturas na lista, mas não seria muito justo com os outros animes. Por isso, escolhi a primeira abertura, pela qual tenho um carinho mais do que especial.
Inspirado numa reportagem de um certo canal do Tubo (eu sei, já não consigo mais ficar sem citar esta merda de site nem por 1 post; dependência do Google é foda), é com emoção que hoje eu lhes apresento a minha seleção pessoal das mais lindas, atraentes, estonteantes (embora virtuais) musas do mundo dos videogames. E não esquecendo de dizer que usei como base o fan-site VideoGame Girls DB, para não esquecer de levar em conta algumas das personagens mais esquecidinhas, além de considerar algumas listas e opiniões em outros blogs, fóruns, etc, e, é claro, a minha preferência como assíduo gamer que sou.
No entanto, peço que pense duas vezes antes de me xingar de nerd punheteiro de merda e rir da minha cara por babar por pixels numa tela de TV, pois tenho certeza de que tu já bateu uma para a Chun-Li, achando que ninguém nunca iria saber - mas eu sei, não adianta se fazer de desentendido. Safado...
Ah e vale ressaltar que dei preferência a personagens de jogos mais novos, ou pelo menos personagens de franquias antigas mas que tenham aparições em games recentes. Sejamos sinceros, ninguém ficaria minimamente "ligado" ao jogar com a Senhora Pac-Man e suas maravilhosas curvas poligonais ou ao salvar a Princesa Peach de Super Mario Bros. do Nintendinho - se bem que ela tá melhorzinha hoje em dia...Vamos lá!
Kaileena
Resolvi começar bem a lista e escolher uma moça de um jogo que eu conhecesse bastante. Como Prince of Persia: Warrior Within é um clássico (que tive o prazer masoquista de jogar do início ao fim), Kaileena me pareceu uma ótima opção para abrir a seleção. Aliás, tirando a qualidade e importância histórica do jogo, Kaileena por si só já é uma excelente escolha: cabelos teimosos caindo por sobre o rosto, vestido vermelho escondendo somente o necessário, personalidade forte e grande habilidade com suas lâminas em forma de garra, sem falar do pequeno detalhe de ser a Imperatriz do Tempo.
Rayne
Rayne tem um sex-appeal que rivaliza com o de Kaileena: vestido igualmente bem-ventilado e espadas tão afiadas quanto as da imperatriz. E ainda com o diferencial de ser uma meio-vampira contratada justamente para matar vampiros puros. Só que ao contrário de Kaileena, os games de Rayne não são lá o que se poderia chamar de clássicos. Nem perto disso. Mas de qualquer maneira, Rayne sempre aparecia em tudo que é revista de PS2, cada vez com uma pose mais sexy que a outra. E é isso o que o povo quer, afinal.
Morrigan
Se tu, leitor, conhece games, então já sabe que muito provavelmente esse post será densamente povoado de personagens provenientes de games de luta. Nada mais óbvio, já que este é o gênero que mais usa e abusa de fan-service para dar aquela levantada nos lucros. Portanto, não é nada imprevisível que Morrigan esteja presente aqui. Não sei muito sobre ela, a não ser o fato de ela ser um(a) succubus com alguns golpes legais, mas quem se importa com historinha das personagens num jogo de luta?
Fiona
Survival-horrors às vezes também não resistem à tentação de deixar os gamers mais preocupados em babar pelas belas moçoilas do que em fugir dos assustadores inimigos que estão perseguindo a protagonista. Fiona, de Haunting Ground, é o perfeito exemplo disso. Olha só pra ela: corpinho ainda frágil de recém saída da puberdade (mas nem por isso deixando de ter um busto avantajado), orelhas sutilmente "de-abano" (nem dá pra perceber na foto) conferindo um charme a mais, saia curtinha e botas. Como se não bastasse, tem um fiel cãozinho para deixá-la ainda mais legal. E ainda tem as roupas extras destraváveis no game, que aumentam em 672% o fator "baba no joystick".
Velvet
Confesso que nunca joguei Odin Sphere. Sempre tive uma curiosidade, mas nunca o bastante para comprar, baixar e nem mesmo para ver vídeos da jogabilidade na internet. Havia outros títulos mais importantes a serem jogados na era PS2, então acabei não dando chance pra ele. Então, o que falar da princesa e bruxa/maga Velvet? Olha, não conheço ela, mas de uma coisa eu sei... She's HAWT!
Bom, pervertidos, o post acabou ficando meio grande, e como não estou mais com saco pra escrever, resolvi que continuo a lista no futuro; dividirei-na em várias partes, colocando 5 beldades em cada post. Aguardem a Parte 2. Té mais.
Até hoje só tinha ouvido falar de dois caras que teriam andado sobre a água (e não, não estou falando daquela porra de líquido não-newtoniano com amido de milho, estou falando de água mesmo): o primeiro nem preciso falar que é Jesus, e o segundo é o ilusionista americano conhecido como Criss Angel.
Mas aí me deparo com o seguinte vídeo entre os mais vistos do dia no você-sabe-qual site de você-sabe-qual empresa:
Depois do sucesso mundial que foi a campanha Save the Galvao Birds, será esta mais uma bem-humorada tentativa de pegadinha a nível internacional? Seria realmente possível ou é tudo armação pra nos fazer vestir roupas de banho com tênis e pagar o maior vale na frente de várias pessoas na piscina do clube?
Confesso que a minha primeira reação foi deixar o meu queixo cair quando vi a quantidade de passos que eles davam, mas logo o ceticismo, os semestres cursando cadeiras de física e o bom senso me levaram a crer na impossibilidade de tal feito. Mas mesmo assim, ainda fica aquela esperança infantil, típica de quando estamos assistindo Mythbusters... Alguém aí poderia tentar?
Gostaria de me desculpar a seja lá quem costuma ler o blog, pois fiquei mais de um mês sem postar nada novo. É que as férias chegaram, e como são só três semanas (ok, na verdade serão quatro ao todo), resolvi dar preferência a outras atividades. Lógico, a preguiça de escrever também foi um fator decisivo para o longo abandono do blog... Mas enfim, aqui estou voltando a escrever.
Sobre as atividades a que dei preferência, uma delas foi o Improvável. O grupo de humor Barbixas finalmente apareceu aqui em Porto Alegre, depois de inúmeros pedidos, e teve sua primeira apresentação na última sexta-feira, às 21h, na qual fiz parte da platéia, junto com os pais, o irmão e alguns amigos dele. Na verdade teve um pequeno atraso: o espetáculo teve início às 21h15min, mas a espera não foi em vão.
Os caras estavam ótimos nessa noite. Os convidados, Mariana Armellini e Guilherme Tomé, também não deixaram por menos. Só rolou uma "meio-decepção" por conta do fato do Elídio ter sido o Mestre de Cerimônias da noite - e portanto, não pôde fazer parte dos jogos, a não ser na hora de pegar as sugestões, de tocar a campainha (ou buzina, sei lá) e de falar "Troca!". Mas até que não foi tão ruim porque ele estava divertido mesmo assim. Inclusive ele foi o primeiro a pisar no palco, para fazer a introdução do show, e fez uma espécie de "mini stand-up comedy" ao contar algumas coisas engraçadas sobre São Paulo, sobre o próprio Improvável, etc. Por sempre ter acompanhado somente pela internet, nunca vi essa introdução do show do Improvável, então só por esta parte inicial já valeu a pena.
Não me lembro exatamente todos os jogos que eles fizeram, mas deu para dar altas risadas. Alguns momentos foram tão marcantes que, depois de termos ido embora, continuávamos relembrando e imitando no carro. Aliás o show passou extremamente rápido; depois do último jogo, com todos ainda rindo pra carmaba e crentes que havia vários outros jogos pela frente, eles simplesmente agradeceram, se despediram sob a chuva de aplausos e saíram do palco.
Para os desinformados e curiosos, foi no Teatro da AMRIGS, mas se tu só está sabendo agora, provavelmente já não é mais possível assistir, pois hoje às 19h é a penúltima apresentação, e depois, às 21h, a última. Ou seja, daqui a poucas horas após eu ter escrito este post. Perdeu, preibói.
Estava eu pensando esses dias, e me dei conta que mesmo com um PS3 e um computador decente (só faltava uma placa de vídeo melhorzinha, mas enfim...), às vezes não tenho mais tanta vontade de jogar como antigamente, na época do colégio.
Isso acontece, em parte, porque não sou mais o mesmo guri de outrora; tenho outras obrigações, novos interesses e prioridades. E uma coisa desencadeia outra: a falta de tempo me fez jogar menos videogame, jogar menos me fez perder parte da intimidade com os jogos eletrônicos, e a falta de intimidade me fez ter menos vontade de jogar.
Mas o segundo (e principal) motivo é, pasmem, a falta de expressividade e simplicidade dos games na geração atual. Está ficando difícil achar bons jogos. E os bons jogos são tão complicados que às vezes dá preguiça de jogar. Olhem Metal Gear Solid 4, por exemplo. Não vou falar mal do jogo, até porque isso seria o maior crime cometido na minha vida, o jogo beira a perfeição. Mas por que é tão bom? Justamente porque é um jogo extremamente bem elaborado, cada detalhe foi minuciosamente pensado e magistralmente inserido, a história, as personagens, o trabalho de dublagem, os efeitos e a trilha sonora, os gráficos, tudo!
O problema é que isso às vezes enche o saco. Tem horas que eu só quero me distrair um pouco, sem compromisso, sem experiências revolucionadoras de conceitos. Tem vezes que eu penso: "Bah, vou jogar alguma coisa". Mas aí, ao passar o cursor em cima de determinados ícones de jogos na minha área de trabalho, me sinto desestimulado a jogar, pois lembro da quantidade absurda de comandos, combos, técnicas, ações e estratégias possíveis no game, das quais não lembro como se faz nem 30% delas. O fato de perder um tempão "reaprendendo" a jogar tal jogo, a cada vez que eu retomo ele depois de um período longo sem jogatina, me afasta bastante de vários games tanto no meu PC como no meu PS3.
Por isso, a partir desse post, vou escrever esporadicamente uma nova matéria falando de games que marcaram história no mundo do entretenimentoeletrônico e, particularmente, marcaram a minha infância e adolescência, justamente pela simplicidade, objetividade e, por que não, pela qualidade. Aqueles jogos que, não importasse o dia, sempre dava vontade de jogar. Aqueles jogos que eram tão simples e viciantes que jogávamos por horas até nossas mães nos expulsarem da frente da televisão a chineladas.
E para finalizar, já adianto a todos os leitores que o primeiro game da matéria será... *tambores rufando* Nada menos do que um dos mais fodásticos e indiscutíveis sucessos da Blizzard: Diablo! Aguardem!