domingo, 26 de julho de 2009

Pop Song

Isto é a melhor e mais genial coisa que já ouvi em anos, que sá nesta última década.

Créditos ao Campos, que me fez conhecer o brilhante autor desta e de tantas outras perólas inigualáveis da internet, e ao cara que traduziu e colocou a legenda no vídeo.

sábado, 18 de julho de 2009

Perguntas

O que é maturidade? O que é sabedoria? Como se comportar ao chegar à idade adulta?

Será que ser maduro é ser sempre sério, sensato e visceral? Para ser sábio é preciso somente ler, estudar e trabalhar muito, é falar e fazer somente o útil e o necessário? Preciso deixar de brincar e abandonar meus sonhos para que digam que sou adulto?

Nunca.

Ser adulto não é poder beber. Não é ter carteira de motorista. Não é poder votar. Não é ter mil e uma responsabilidades e compromissos. Não é trabalhar e estudar como um condenado para não se sentir um vagabundo. Não é tentar atingir o sucesso profissional a qualquer custo. Não é sair à noite e ficar com quem vier pela frente. Também não é focalizar-se num relacionamento sério e duradouro. Isto é ser um adulto incompleto, estressado e insatisfeito.

Brincar é viver. As euforias momentâneas e as superficialidades também fazem parte da vida. Não só isso, mas são de extrema importância para o nosso bem-estar. E ser sempre certinho e responsável é chato pra caralho; cansa. É deprimente. Seja idiota, não seja profundo o tempo todo. Brinque, encha o saco, seja pentelho(a), ria, sorria, fale de coisas fúteis. Fale de sacanagem. Fale palavrão. Peide ou arrote em público. Erre.

Também devemos fazer o que nós gostamos. Devemos ser nós mesmos (déjà vu (raros leitores atentos entenderão)). Foda-se quem não entende, quem julga sem conhecer, quem acha estranho ou infantil o que fazemos. Foda-se quem acha que não temos mais idade para tal coisa, ou quem acha que não agimos "de acordo" com nossa idade. Agir "de acordo" é estar aprisionado. Não precisamos e nem devemos agir toda hora de acordo com algo, ou com nossa idade. Fodam-se todos que acham isso e aquilo sobre qualquer coisa relacionada a mim ou a ti. Foda-se tudo.

E quanto a ser sábio? Ser sábio é viver. Portanto é brincar.

Cabem aqui umas citações tiradas de um livro que estou lendo, cujo autor é Augusto Cury:
"Os que se atolam de atividades, os que têm uma agenda saturada de compromissos e preocupações frequentemente são ótimos para os outros, mas carrascos de si mesmos."

"Sem sonhos, a vida é uma manhã sem orvalhos, um céu sem estrelas, um oceano sem ondas, uma vida sem aventuras, uma existência sem sentido."

"O sucesso é mais difícil de ser trabalhado do que o fracasso. O risco do sucesso é enterrar nossos sonhos e se tornar uma máquina de trabalhar."

"Sonhos sem disciplina produzem pessoas frustradas, e disciplina sem sonhos produz pessoas autômatas, que só sabem obedecer a ordens."

A lição aí é óbvia. Sonhe. Sonhar não é tudo, mas sonhe. E não pegue tão pesado no trabalho.

Serei direto nas palavras finais. Seja simples e seja quem tu realmente és, sem medo de não agradar. Brinque e sonhe, faça o que tu gosta, como uma criança. Se deixares de fazer isso, não te torna um adulto. Tu já morreu.

E se o fizeres, tu nunca envelhecerá. Basta não deixarmos que nossa mente envelheça. Aposto que tu também deve conhecer alguns jovens alegres de 50 anos e muitos velhos resmungões de 20 e poucos por aí.

domingo, 12 de julho de 2009

Desenho

Às vezes saía uma coisa legal no tempo que eu fazia uns rabiscos, na falta de algo melhor para fazer, ou num dia de chuva na praia.

Clique para visualizar melhor

Não é ninguém e também não foi inspirado em nenhum personagem de anime/mangá (sempre tem alguém que pergunta isso ¬¬). É meramente um desenho aleatório de um cara qualquer.

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Fim da picada

Hoje descobri uma coisa que me deixou profundamente revoltado.

Primeiro, estava eu à frente do monitor, já começando uma pré-organização dos meus horários para o semestre que vem na faculdade. Fiquei analisando as possibilidades de escolha de cadeiras, pensei na quantidade de créditos que seria melhor fazer e montei as grades possíveis, via portal do aluno. Fiquei algum tempo olhando as grades até achar algumas que me satisfizessem quase totalmente.

Revisei os horários e pensei: "Nossa, até que não ficou ruim. Agora só falta eu conseguir vaga em todas as cadeiras que vou solicitar." Até que me lembrei de uma coisa: os mothahfucka dos Cálculos e das Físicas são donos de fazer prova em horários ruins, e fora do horário normal de aula ainda por cima. Foi aí que me dei conta. "Será que em Equações Diferenciais eles fazem este mesmo esquema?"

Digitei o nome da disciplina no Google para tentar encontrar o site, esperando que existisse. Achei. Fui lendo rapidimente os links: "Plano de ensino", "Professores", "Horários de atendimento"... "Datas das provas". Cliquei neste último.

Ao entar nesta página, leio a seguinte observação: "As provas serão realizadas sempre aos sábados, às 15 horas, no Campus do Vale. Os alunos deverão se apresentar com meia hora de antecedência."

Pelos primeiros 5 ou 6 segundos após a leitura, não tive reação. Fiquei ali, só olhando, sem abrir a boca ou mudar a expressão facial. Depois disso, falo um "Ah, não pode ser, véio...", mais uma breve pausa de 3 segundos para reflexão, e finalmente solto um vigoroso "Puta que pariu, meu!".

Nunca duvidei que o curso de Engenharia seria difícil, sabia no que estava me metendo. Mas, de certo modo, não acreditava que fosse realmente sério quando diziam que os engenheiros (e estudantes de Engenharia) não tinham vida.

Se formos pensar, isso mata não somente a sexta à noite (não que eu costume sair muito na sexta, mas de qualquer forma...), como também quase todo o sábado. Na sexta tu não poderá sair, senão ficará muito cansado no dia da prova. No sábado, pela tensão e insegurança com a prova, tu não vais querer fazer qualquer coisa além de uma última revisão do conteúdo pela manhã. Como a naba é bem no meio da tarde, não há quase tempo para fazer nada nem antes e nem depois. Só sobra o período da noite. Legal, quase metade do seu fim de semana de descanso foi perdido. Jóia.

Mas o motivo maior da indignação é pelo fato de que faço aula de língua japonesa aos sábados das 13h às 16h. Será que vou ter que abrir mão até disso, a única coisa diferente que faço durante a semana, para fazer essas provas? Bom, pensando bem, serão somente 3 avaliações (mais a prova de recuperação, se precisar). Acho que faltar umas 4 aulas de japonês durante o semestre não fará tanto mal. Só que terei trabalho redobrado nas semanas posteriores, para compensar a aula que não fui e ao mesmo tempo me preparar para a próxima.

Que cadeira filha da puta essa, hein? Já dizem que, por si só, é a coisa mais brutal que há, e ainda me fazem esses horários rídiculos para as provas... Lamentável.

Só espero que não haja mais nenhuma dessas agradabilíssimas surpresinhas nas outras disciplinas que pretendo cursar.

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Vídeo legal do dia

Achei um vídeo bem interessante na internet. Estava vendo atentamente e, quando pensei que já devia estar chegando ao fim, olhei para aquela barra que indica o carregamento e a duração do vídeo, e estava recém na metade, hehe.

video

Outra coisa que pensei foi em como tudo aquilo deve ter exigido tempo e paciência para ser colocado ali. Qualquer erro no posicionamento de uma das peças ou no cálculo dos seus movimentos poderia estragar todo o trabalho. Imagine também se alguém tivesse esbarrado sem querer numa das peças antes de concluir o mecanismo. Seria frustrante.

E que sala grande essa, hein, para caber tudo aquilo ali.

Link para o Youtube: http://www.youtube.com/watch?v=Rt0upjgrtMU

Visual novo

Resolvi fazer umas pequenas alterações na cara do blog. Renovar é sempre bom. Mas sem perder muito tempo configurando tudo, não tenho paciência para ficar personalizando fonte, cores e outras bullshits que só os gays fazem. Só o que fiz foi trocar o modelo. Peguei um que achei que ficaria bom e pronto.

Recentemente também coloquei umas merdinhas a mais ali nos gadgets, achei que ficou legal, e sem ficar muito poluído também.

Aproveitem e, qualquer coisa, falem, opinem. Comuniquem-me. Sou carente, preciso disso.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Top 12 games para PlayStation 2 jogados por mim - Parte 1

Atenção: Para manter a ordem correta da lista, inverti no blog as posições das partes 1 e 2 deste Top 12. A parte 1 foi colocada acima, mesmo tendo sido originalmente postada antes. Assim não é preciso estragar a surpresa e ver os primeiros colocados ao "rolar" a página para ler a parte 1.


O PlayStation 2 é eterno. Não importa o quão melhores possam ser os consoles de nova geração; o Play 2 sempre terá seu lugar no coração dos viciados em games, pois foi e sempre será um dos mais completos video-games em relação à variedade e qualidade dos títulos. Foi o mais vendido da história, e não por acaso. Ainda há muita gente à qual ele proporciona agradáveis momentos de divertimento, incluindo eu mesmo.

Mas dessa vez, vou parar um pouco de elogiar o console em si, para fazer uma homenagem a alguns dos mais fantásticos games que tive a oportunidade de jogar para esta plataforma. Top 12 games do PS2 jogados por mim. Farei a lista em dois posts: primeiro as posições de números 12 a 7, e depois, no outro post, o top 6. Vamos lá.


Nº 12 - Megaman X8

Muitos condenam esta "edição" das aventuras de X e seus companheiros Reploids, mas eu, sinceramente, não enxergo a razão da reprovação. Talvez seja porque tenha ficado um pouco mais fácil, se comparado à leva clássica dos jogos da série Megaman. Entretanto, considero um tremendo jogo, extremamente divertido e viciante. E ainda assim, mortes (ou "Mission Failed's") não serão raras.


Nº 11 - Battle Stadium D.O.N.

O "Smash Bros." perfeito para fãs de anime. Entretenimento e diversão casual quase perfeita, principalmente jogando com mais três amigos simultaneamente, via MultiTap. O único problema é ser um tanto limitado em alguns quesitos, tais como variedade de arenas, personagens, etc. É extremamente chato "liberar" novos lutadores, exige muita paciência. E o jogo perde a graça se jogado por um longo período de tempo, ou se jogado por vários dias seguidos. Mesmo assim, a porradaria vale muito a pena!


Nº 10 - FlatOut 2

Corridas insanas e difíceis. Carros quase completamente "quebráveis". Competições de "Derby" divertidíssimas. Motoristas-bonecos-de-pano-que-gritam. Mini-games hilários. Ótima trilha sonora. Como passar o tempo quando não há nada para fazer no domingo à tarde? FlatOut 2, claro!


Nº 9 - Guitar Hero

Não tem muito o que falar deste. É legal e muito viciante. Tu testa teus reflexos enquanto ouve grandes músicas de grandes artistas. Tu deve te perguntar: "por que não escolheste o 2 para essa lista? Ou o 3? 4?" O primeiro é o original, o legítimo. Apesar dos Setlists ficarem cada vez melhores nas suas continuações, a coisa começa a ficar meio comercial, e destinada aos "realmente viciados", devido ao nível grande de dificuldade, o que tira a emoção de tocar suas músicas favoritas. Perde a magia. E me desculpe, mas também não vou jogar no Medium, no qual tu pode ir à cozinha e buscar um lanche enquanto espera o momento de apertar a próxima nota.


Nº 8- Winning Eleven 11

Desculpe, não consegui achar uma capa decente, tive que colocar essa aí.

Destrave o Brasil Clássico. Bote Pelé no seu time.


Nº 7 - Prince of Persia: Warrior Within

Jogaço. Mas ao final, podem faltar cabelos para arrancar ou controles para jogar na parede. Eita jogo difícil, puta que pariu. Combate, armas e meios de matar teu oponente tu tens de sobra. Da mesma forma que a quantidade de inimigos irritantes que não morrem nunca. Alguns quebra-cabeças podem ser frustrantes, assim como alcançar o próximo objetivo quando tu não sabe para onde deve ir. Jogo para pessoas com perseverança. O problema é que tu não consegue parar de jogar. A cada morte, tu diz que agora sim vai conseguir. E a sensação ao finalmente conseguir cumprir a palavra é boa demais.

Aguardem que a parte 2 vai ser foda!

terça-feira, 7 de julho de 2009

Top 12 games para PlayStation 2 jogados por mim - Parte 2

Continuando a lista. Não espere muitas surpresas. Talvez haja 1 ou 2 jogos que tu não esperaria encontrar aqui, mas a maioria das minhas escolhas segue uma base formada de games aclamados e consagrados pela crítica. Até pode-se dizer que algumas ausências surpreendam mais que as presenças. De qualquer forma, isto que tu está prestes a ler é nada mais do que minha humilde opinião, sobre jogos que já joguei no PS2. Nada impede ninguém de discordar. Mas respeite.


Nº 6 - Ico

Veja meu review aqui e depois aqui.


Nº 5 - Tomb Raider: Legend

Um dos melhores jogos de aventura que já joguei. A volta por cima de Lara Croft se traduz nesse jogo. Após o fracasso de Angel of Darkness, todos achavam que ela não se ergueria mais. Erraram feio. O único defeito do jogo é que é relativamente fácil. As mortes geralmente ocorrem ao calcular mal o salto de um local perigoso, ou naquelas cenas onde tu deve apertar a combinação de botões certa. Em combate, é difícil morrer, com a mira automática e inimigos idiotas.


Nº 4 - Hitman: Blood Money

Se procuras por algo diferente, este é o jogo. Aqui, somente força bruta e poder de fogo não bastam. Apesar de poder contar com armamento pesado, é preciso ser rápido e silencioso. Uma falha sequer pode significar um grande problema, ou até mesmo o fim da missão. Podes até tentar cumprir seu objetivo na marra, matando todo mundo que vier pela frente, mas raramente dará certo; geralmente te matarão antes que consiga chegar próximo ao alvo. Hitman é um grande game: Design criativo dos cenários das missões, objetivos legais e, certamente, muuuuuuitas tentativas até conseguir fazer tudo direito.


Nº 3 - Shadow of the Colossus

Idéia mais fantástica e inovadora já criada para um jogo. É, simplesmente, bom demais! Um dos melhores jogos já criados, sem dúvida. O fato de ter que derrotar 16 daquelas coisas gigantescas, cada uma com suas peculiaridades e maneiras de aproximação, é muito legal, e a sensação de vê-las tombar, após dar o golpe final cravando uma espada em seus corpos, é indescritível.


Nº 2 - God of War

Mais um que dispensa comentários. Todos já devem conhecer. Se tu não conhece, tenha vergonha. O que posso comentar é que realmente não sei qual é o melhor, se este ou o GoW2. No 2 há diversas novidades nos golpes e no sistema de combate. O 2 é mais longo, com muito mais chefes e lutas incríveis, também gostei muito. Mas, apesar de não lembrar de todas as partes do primeiro jogo com clareza, lembro bem da emoção que tive ao jogar. Foi sensacional. Apesar de ter achado o 2 melhor no geral, analisando friamente, não senti tanto a magia que senti ao jogar o original. E a genialidade das cenas e do desenvolvimento da história caiu de qualidade do primeiro para o segundo jogo, na minha opinião.


E agora, sem mais delongas, conheçam o meu game número 1 de todos os tempos para PlayStation 2!


Nº 1 - Metal Gear Solid 3 - Subsistence

A perfeição em forma de game para PS2. Tudo neste jogo é impecável. A exploração, as armadilhas e perigos, os animais, as armas e equipamentos, os itens escondidos, as técnicas de combate, os sistemas de comida e tratamento de ferimentos, a camuflagem, as opções, a A.I. dos inimigos, os combates com os chefes... Nunca tinha visto um chefe tão legal e inovador (mas um pouco irritante às vezes, admito) quanto The End, por exemplo. Veja um vídeo dessa luta aqui.

A qualidade gráfica e a história então, nossa! Parece um filme, com a diferença de poder controlar o protagonista como tu quiser. O maior exemplo que existe para se fazer um bom jogo. Realmente, uma verdadeira obra de arte do entretenimento. E para fechar com chave de ouro, em Subsistence tu tens a opção de posicionar a câmera para que fique atrás do Snake, como num jogo em 3rd person comum, ou continuar com a câmera fixa, como nos outros jogos da série.


Notas finais

Pois é, nenhum FPS puro. Quase todos da lista são em terceira pessoa e alguns têm o modo primeira pessoa "embutido". Eu não gosto muito de Shooters. Prefiro um jogo no qual tiroteios fazem parte dele, e não um jogo que se resuma a tiroteios.

Sim, também fiquei surpreso comigo mesmo por não incluir nenhum RPG, nem mesmo um Action. Mas por que nenhum na lista, já que o PS2 tem tantos e tão bons títulos nesse estilo?

Antigamente eu gostava muito de RPG's, posso dizer até que era o que eu mais passava o tempo jogando, na época do PS One. Mas com o tempo meu gosto foi mudando um pouco. Passei a ter preferência por jogos de ação, nos quias as coisas acontecem mais rapidamente. Num RPG se perde muito tempo para avançar pouco, e geralmente é preciso ficar fazendo várias batalhas de "treino" antes de prosseguir, para ter força suficiente para derrotar os inimigos. Em jogos de ação, depende mais da sua habilidade. Tu vai lá, aperta os botões, mata o cara e segue adiante.

E nada de GTA's em primeiro lugar. O San Andreas nem mesmo ficou no meu Top 12. Não gosto muito de GTA. Entretanto, considero o IV muito foda. Só que o IV não é para PS2, não adianta falar dele aqui.

domingo, 5 de julho de 2009

Férias!!!

Advertência: Não leia o texto abaixo. Não tem nada de mais.
Obs.: É sério.
Obs.2: Não, é sério mesmo, juro pelo Michael Jacks... Droga.

Nunca a espera pelo período de férias de inverno pareceu tão longa. As três semaninhas de alívio estão tão próximas que nem acredito. E já estou reclamando por não serem mais do que três, inclusive.

Até ficaria com saudade das aulas, se tivesse uma professora assim.

Por outro lado, deveria estar agradecendo pelo fato de ainda poder contar com este descanso no meio do ano. Muita gente com quem falo já desconhece há algum tempo "essas regalias aí", seja pelo trabalho ou outro motivo.

Ou assim...

Mas que o tempo parece pouco, se comparado ao esforço no semestre, ah, isso parece. Não me lembro de ter estudado assim em outro momento da vida. Dá até medo, quando conversamos com nossos veteranos e eles nos dizem que cada vez fica pior. Fato, pelo menos até agora, comprovado por mim mesmo.

Ou até mesmo se tivesse coleguinhas assim...

Pena que ainda vou ter que acordar cedo (não tãããão cedo né, algo tipo 8 ou 8 e meia) e estudar um pouco. Vou aproveitar para concluir as aulas práticas no CFC e conseguir logo a carteira, e para dedicar-me um pouco ao curso de japonês, pois não estava tendo tempo durante a semana para pôr o conteúdo em dia, então falta muito vocabulário a decorar.

Se...

Droga, tanto a fazer e tão pouco tempo para isso... Livros a ler, animes e filmes a assistir, mangás a comprar, jogos a terminar, lugares, bares e shows a ir, futebol's a marcar, amigos a visitar... C4r4lho, por que eu tinha que inventar de passar todos os feriados lendo aquela merda de lei de Gauss ou a porra das coordenadas esféricas? Agora quero compensar e não vai dar para fazer tudo.

Animação na 42ª aula de Cálculo II do semestre.

E o pior é que, ao pensar no que vem pela frente, sinto-me na obrigação de aproveitar o recesso ao máximo. Não posso reclamar, foi a minha escolha ("Eu avisei, mas a mula não quis ouvir... Te fode agora nas Equações Diferenciais, burro!" - meu eu vagabundo, durante o processo de pegar no sono, numa noite dessas).

Pensamentos à parte, é férias!!

Obs.3: Leu tudo, mesmo eu avisando, né?
Obs.4: Tá com raiva porque eu tenho razão, né?
Obs.5: Não consegue parar de ler essas observações, né?
Obs.6: Agora não adianta, essa é a última observação e eu sei que tu vai ler até o final.

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Tempo

O tempo anda,
O tempo passa,
O tempo corre,
Salta, voa e ninguém se importa.
O tempo é um atleta despercebido ou criticado.
Incompreendido, é raivoso, pena.
Que pena?
Ora, é um ladrão furtivo e silencioso.
Imprevisível, por sorte e por azar também.

O tempo é elétrico.
Um cara agitado, de profissões inúmeras!
É soldado disciplinado,
Parece um robô, aparenta menos, porém,
Já que brinca de Deus:
Perfeito, infalível.
Sempre em marcha
Rumo ao além do infinito.
Marcha vez preguiçosa, sonolenta,
Vez veloz, como um raio!
Nunca perdendo a sincronia com as emoções e os humores
humanos.

O tempo, que mais, é cruel.
Carrasco impiedoso
Que encara, expressão incerta, contagiante.
Uma doença, um vírus mutante.
Vira medo para alguns
E vira oportunidade para outros.
Vira nada para os chatos.

O tempo é pai.
Três os filhos.
De um lembramos, sem que desejemos, talvez.
Um virá, com surpresas.
Boas, esperamos.
O do meio, coitado, é indeciso.
Divide atenções entre as surpresas e o primogênito.
Nem cuida de si, às vezes.
Deve ser por isso que é rabugento.
Satisfeito nunca.

O tempo, ah, o tempo.
É um remédio irônico:
Cura dores, não todas; atenua, apenas, algumas.
E prova, por fim
A certeza solitária de todos.
E dor
E cura
E dor...
Ciclo tedioso, beco sem saída
Da vida.
É o tempo.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Animes fodásticos: Claymore

Inicialmente eu ía fazer um post único falando de dois animes, mas como escrevo bagarai, decidi transformá-lo em dois posts, assim quem não tiver muita paciência lê só um (ou nem lê), e a leitura não fica maçante.

O outro anime é Claymore. Ah, e antes que alguém por aí, não sei, comece a reclamar, deixe-me dar os devidos créditos. Este foi indicação de Marcelo Campos, meu grande amigo garotinha... COF COF! Hein? Quê que foi? Não ouvi nada... Continuando, ele havia me recomendado ano passado, mas eu nem lembrava mais, hehe, tanto que até perguntei para ele se já tinha visto, quando comecei a assistir por conta própria, ontem.

Claymore é foda. Quando digo foda é sério o troço. Até agora vi 10 dos 26 episódios, e foi suficiente, com sobras, para impressionar. É tão simples quanto violento. Tão intenso quanto misterioso. E é de uma feiura bela, como poucas vezes eu já havia visto em animes.

O cenário é uma espécie de mundo medieval. Os humanos
tentam viver pacatamente, em suas pequenas civilizações, mas são constantemente atacados por demônios chamados Youmas. Para conter tal ameaça, foi criada uma organização misteriosa, que usa mulheres combatentes, meio-humanas e meio-Youmas, conhecidas como Claymores, para caçar os tais demônios por aí. Essencialmente, é isso.

Por que é tão bom assim? Muitos motivos: a história consegue ser simples sem ser pobre, é envolvente, as personagens são interessantes, há emoção, há reviravoltas ou vulgas "quebradas-de-coluna", combate é o que não falta, há sangue para dar e vender, não existe enrolação ou "episódios de enchimento", a trama se desenvolve de f
orma quase magistral, e claro, tu não consegue ficar sem vontade de ver o próximo episódio ao terminar de assistir cada um. Ufa.

Uma imagem de wallpaper em tamanho reduzido, só para não terminar sem ilustrações:

À frente, Clare, a Claymore com a qual começa a história.

Ok, só vi 10 episódios, tem muita coisa para acontecer ainda. Mas já está claro para mim que é um ótimo anime. Excelente? Ainda não posso dizer, esperem mais alguns dias que logo terei a resposta. Mas provavelmente é.

Animes fodásticos: Golden Boy

Atualizando o blog, dessa vez sem brincadeirinhas retardadas.

Consegui ver mais um pouquinho de anime, entre uma leitura do Halliday e outra. Primeiro, segui uma recomendação integralmente aleatória, num site qualquer relacionado ao assunto: Golden Boy. Não me arrependi.

É um OVA composto de 6 episódios, cada um com duração de 25 minutos, mais ou menos. Sim, é bem curto; por isso mesmo que não hesitei em assistir. É também bastante antigo. Falo aqui de uma animação com quase 15 anos. Apesar disso, ela é muito boa, e no Hinata-Sou dá para baixar com uma qualidade decente.

Quanto ao estilo/tema: é um anime de comédia. Comédia da boa. Explico: tudo se resume a um cara que resolveu parar de estudar na faculdade para sair por aí, viajando sem rumo em sua bicicleta, para ver o mundo. Em cada episódio, ele pára num lugar diferente, e consegue um emprego temporário, no qual faz amizades, aprende com as novas experiências e, principalmente.... Pensa em sacanagem!

Todo episódio, Kintaro, esse é o nome da figura, encontra uma garota supermegahipermastersystem gostosa, à qual ele se sente profundamente atraído (para não dizer o pior, e o mais engraçado) e tenta conquistar. Isso somado aos "bicos" inusitados que ele arranja por aí, tu já deve imaginar, rende muuuuita confusão. E risos de quem assiste.

Ademais, Kintaro é um cara de potencial. Anota todas as situações pelas quais passa no seu preciosíssimo bloco de notas, ou diário, sei lá, e anota também toda e qualquer informação à qual julge importante. Tudo, resumindo. Resultado: ele aprende demais, e muito rápido, o que o torna extremamente eficiente. Apesar de seus constrangedores momentos de taradez, é um cara muito correto, de grande personalidade.

Eu não posso falar muito mais, afinal, são só 6 episódios. Qualquer detalhe mais específico já destruiria a surpresa do anime. Fica então somente a minha total aprovação. Se quer um humor do bom e com hilárias pitadas de perversão, e até um pouco de aventura, assista!

Só não fica tão recomendado aos mais novos, devido a algumas cenas mais sugestivas e, hum, picantes, havendo nudez, etc. Nada que se possa falar "Nossa, que pornográfico isso!", mas em certos momentos beira os limites. De qualquer forma, é muito engraçado, desde que tu não se sinta ofendido com tais cenas, hehe.